sábado, 10 de dezembro de 2022

Aged e PRF apreendem alimentos impróprios para consumo, em SL

 

 

Mais de duas toneladas de alimentos impróprios para consumo, que estavam sendo transportados de maneira irregular para pontos de comercialização em São Luís, foram aprendidas, essa semana, no Posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Pedrinhas. Na operação estiveram envolvidos a Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF). A ação foi batizada de Operação Natal Saudável.

 

 

Durante as blitzen da operação, os fiscais da Aged e os policiais federais apreenderam 2.750kg de camarão seco – transportados irregularmente em uma picape e um caminhão Graneleiro e acondicionados em sacos de ração animal -, 200 kg de frango e mais cinco tatus; todos transportados ilegalmente. Os tatus, que estavam sendo levados por encomenda, foram encaminhados à Polícia Civil, que autuou o dono da carga por crime ambiental.

 

 

 

 

Conforme determina a legislação sanitária, as cargas foram inutilizadas e descartadas em aterro sanitário pelos fiscais da agência agropecuária, que também autuaram e multaram os proprietários das cargas irregulares. O fiscal estadual agropecuário, Diego Amaral, explica que no caso do camarão, o risco de contaminação para o consumidor aumenta, pois o produto aparenta já estar pronto para o consumo, mas as condições de seu transporte ofereciam graves riscos à saúde pública. “A Aged continua mantendo o controle do trânsito de produtos animais e vegetais, visando a qualidade dos alimentos que irão para a mesa do consumidor maranhense”, completou Diego.

 

 

Já Fernando Lima, diretor da Aged disse que o trabalho de fiscalização deve continuar, já que foi o responsável pelo Estado receber o status de Zona Livre da Febre Aftosa. “A constância destas operações foram decisivas para que o estado recebesse o status internacional de Zona livre de Febre Aftosa com vacinação. Sendo assim, é necessário garantir a manutenção deste status, além de evidentemente, ser uma questão de saúde pública, tirar de circulação produtos inadequados sanitariamente para o consumo da população”, declarou o diretor.

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