segunda-feira, 28 de novembro de 2022

Justiça revoga prisão de acusados no caso Brunno

O juiz Gilberto de Moura, da 2ª Vara do Tribunal do Júri de São Luís, revogou, nessa quarta-feira (17), a prisão de Carlos Humberto Marão e do vigilante João José Nascimento Gomes, mesmo diante de ameaças de Marão a João José Nascimento, o que causou revolta a platéia e a família de Brunno Matos.

 

Durante a audiência de instrução, foram ouvidas  ainda as testemunhas. Entre elas, as irmãs do vigia e o terceiro acusado pela morte do advogado, o estudante Diego Polary. Em depoimento, uma das irmãs do vigia disse que o irmão era inocente e que ele estava sofrendo ameaças.

 

Ao júri, o vigilante João José Nascimento, que trabalhava fazendo segurança do condomínio no dia em que ocorreu o crime, disse não ter participado da confusão e nem do homicídio. E revelou que estaria sendo ameaçado por Marão.

 

Ao ser ouvido, Diego Polary voltou a negar envolvimento no caso, mesmo após o tio, Carlos Humberto Marão, ter dito, nos primeiros depoimentos, que o estudante estava no meio da confusão, no dia em que o advogado foi vitimado. Marão também negou envolvimento no assassinato de Brunno Matos. 

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