Geraldo Iensen

Geraldo Iensen

O programa Os Analistas recebe neta sexta-feira (15), a pré-candidata a Presidência da República Valéria Monteiro.  Apresentadora de TV, atriz, empresária, Monteiro possui uma carreira diversificada, atuando em vários ramos da televisão, no Brasil e nos Estados Unidos, onde viveu por muitos anos.

Muito conhecida no começo dos anos 1990, Valéria Monteiro se destacou sendo a primeira mulher a apresentar o telejornal global Jornal Nacional. Também passou pelo Jornal Hoje e pelo Fantástico, também da emissora dos Marinho.

Depois de uma temporada nos Estados unidos, onde também atuou na tevê, Monteiro volta ao Brasil e quer disputar a presidência pelo PMN.

O desempenho nas pesquisas era a condição do PMN para Monteiro ser candidata. Segundo ela, teria que atingir 1,5%; segundo o partido, 3%. Como a jornalista não atingiu a pontuação, o partido resolveu não lançar candidato e participar de alguma coligação. Porém, Valéria Monteiro segue firme e forte e diz que vai disputar as prévias do partido.

Hoje, a partir das 19:15, Valéria Monteiro conta tudo sobre essa jornada no programa Os Analistas, na TV Guará, canal 23.

A UFMA vai sedia durante a semana o I Encontro Norte e Nordeste da ABCIBER, Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura. O tema do evento é: “Interação Homem - Máquina: simbiose conflito, hibridização”. O evento vai acontece nos dias 13 e 14 de junho no prédio CCSO da universidade.

O evento vai contar com apresentações de trabalhos em 5 GT’s, talks – rodas de conversas com pesquisadores nacionais, e oficinais entre elas: produção de conteúdo em 360º e  Uso de Dados em Plataformas de mídias sociais.

Discursões sobre Fake News, Pós-verdades e a relação do homem com a tecnologia vão estar no centro do evento. É a primeira vez que a ABCIBER vai ser realizada regionalmente. Quem organiza o evento é o LABCOM – Laboratório de Convergência de Mídias coordenado pelo Professor Márcio Carneiro.

Para mais informações acesse: https://labcomdigital.wixsite.com/abciber 

Um incêndio no Rio Poty Hotel, da rede Blue tree, em Teresina , está em andamento desde cerca de 15 horas desta terça-feira (29). Os bombeiros e ambulâncias do Samu estão no local, mas não há informações de feridos graves. Ainda há pessoas nos andares que estão em chamas.

O hotel fica na Av. Mar. Castelo Branco, no bairro Ilhotas, próximo ao centro da capital piauiense. É um dos mais antigos e tradicionais hotéis de Teresina. Os bombeiros tentam afastar um grande número de curiosos que se aglomera na frente do prédio.

Em uma conversa com o professor Francisco Araújo, Cientista Político, muito atento aos movimentos populares, e às mazelas do poder político constituído, sobra uma compilação de esperança e de clareza sobre de onde e veio e pra onde pode ir o Brasil.

Sem nos atermos a questões exatas como a construção da Ferrovia Norte Sul, que mais parece uma cobra se arrastando sobre o país, e nos atendo a questão macro, com poucas palavras, Francisco constrói o que poderia ser uma pauta pra enfrentar um grave problema brasileiro: o transporte.

Sem mistério, e sem paradigmas obscuros, o problema do transporte (em todas as suas categorias) pode ser visto (e sentido) abrindo a porta da sala, e olhando a rua, independente de onde moremos.

“Pensando sobre como o Brasil está em plena fragmentação e a gravidade da crise Política. Não é uma questão só da falta de combustível, bloqueio de estradas, greve... A questão é bem maior. A greve é para refletirmos antes de fazermos qualquer julgamento. Estamos todos sofrendo com essa greve por quê? Porque falta infraestrutura (por que não temos trens?); porque os gastos com a classe política são exorbitantes; porque os desvios de recursos públicos é uma regra (95% desses crimes ficam impunes); porque há omissão e complacência com o enriquecimento ilícito (mesmo os condenados permanecem com a riqueza montada pelo crime); porque os altos impostos não são convertidos em benefícios à população (não temos: segurança, transporte público, qualidade na saúde e na educação pública); porque os juros são altos e os bancos, aqui no Brasil, estão acima da média mundial; porque os pobres pagam mais impostos que os ricos (proporcionalmente); porque o número de pobres é muito alto; porque ainda não fizemos reforma agrária; porque inexiste uma política de barateamento do custo dos alimentos; porque não investimos em novas tecnologias relacionadas ao transporte (carros elétricos etc.); porque não estamos investindo em produção de energia renováveis que diminui o custo da produção (solar, eólica); porque não fizemos uma reforma política que elimine esse sistema eleitoral e partidário que privilegia a ocupação do poder por irresponsáveis com a democracia e criminosos que agem contra o patrimônio público (gente sem causa pública, sem compromisso com o interesse público); porque está faltando efetividade democrática e republicana.

Corremos o risco de falta de democracia e da destruição de todo o país. Falta responsabilidade pública e projetos de interesse nacional. Estamos paralisados por corporativismo e seitas fantásticas. Em um extremo temos a direita fascista e, bem ao lado deles, fanáticos neoliberais econômicos e, no outro extremo, uma "esquerda" de culto à personalidade e imersa na corrupção, bem próximos deles está, como um satélite, a esquerda ortodoxa, que vive desconectada da realidade e congelada em cânones do séc. XIX.

Os extremos desejam um golpe como caminho para alavancarem seus projetos mesquinhos (um para poder estar no poder e o outro para voltar a ter credibilidade e ser perdoado pelos crimes que cometeu). Faltam as esquerdas democráticas e republicanas (responsavelmente atuantes), faltam políticos liberais que realmente defendam as liberdades politicas e direitos civis, faltam cidadãos que vejam o todo, os interesses públicos e o mínimo bem comum.

 Temos que sair da armadilha das paixões movidas por interesses corporativos, das facções sectárias, dos fanatismos religiosos e que não tem complacência com os que cometem crimes contra o interesse público. Ou começamos a agir para além do umbigo, ou vai ser caos”.

A integração das delegacias da Mulher da capital ao sistema de Processo Judicial Eletrônico (PJe) reduziu o tempo entre o protocolo do pedido e o seu recebimento e análise pelo juiz responsável. O PJe é um software que permite a prática de atos processuais pelos magistrados, servidores e demais participantes da relação processual, de forma exclusivamente eletrônica e diretamente no sistema, assim como o acompanhamento do processo judicial.

Antes, o protocolo dos pedidos em favor das mulheres em situação de violência era feito fisicamente (papel), aguardando o tempo para digitalização e autuação e levando até três dias para serem apreciados pelo juiz. Com a integração, as medidas são avaliadas em algumas horas ou até mesmo minutos.

Segundo a juíza Lúcia Helena Barros Heluy, titular da 2ª Vara de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de São Luís a medida que permitiu às delegacias protocolarem os pedidos através do PJe reflete na garantia de que a situação de risco e violência a que muitas mulheres estão expostas será mais rapidamente avaliada pelo magistrado. Esta unidade é responsável, por exemplo, por processar e julgar as medidas protetivas de urgência previstas na Lei Maria da Penha.

A magistrada exemplifica com um caso levado à unidade no último dia 11, onde o protocolo do pedido foi feito pela delegada às 16:14h, sendo analisado e concedida medida protetiva de urgência às 16:51h, ou seja, menos de 40 minutos depois. “As mulheres muitas vezes estão em um quadro sério de violência e essa agilidade é fundamental para a garantia da sua integridade e segurança”, afirma.

Para quem o coração dispara sob os estalidos do cinemascope de Sérgio Leone, ao som de Morricone. Para quem riu com Nelson e suas sombras de chuteiras imortais. Para quem se arrepia com o segundo movimento da Quinta e pra quem engasga de rir com a inscrição da entrada do Inferno de Dante ou do início do retrato porque “era uma vez, mas uma vez muito boa mesmo...”.

E um filme, simples, brasileiro, “O Príncipe”, do Hugo Georgeti, quando aquela magistral interpretação de Otávio Augusto anuncia: “Agora é tudo colunismo social!” e faz tempo já. Foi antes dos influenciadores digitais.

Vamos, brincando nos campos do senhor, saber por quem os sinos dobram. Por Dines, pelos que ficaram (quantos?). É tudo intelectualidade enxuta: “75 quilos de músculo e fúria”.

Dizem que Nelson Rodrigues era um safado. Que chegavam ao cantinho, onde ele escrevia com os braços entrevados e o “flagravam”, todo choroso, reclamando que ninguém tinha gostado da peça dele. Aí Alguém como Otto Lara Resende dizia: “Que nada, Nelson, sua peça é magnífica”, e ele, meio que num fungado, respondia: “Você escreve isso, Otto?”...

E eu vou escrever só isso acima, assim, entrecortado, ogro, tigre, rebuscado e laudatório com esses anti-heróis, porque morreu o Dines, que eu sempre esperava ver quando visitava meus filhos, em São Paulo, ali, vizinho e porta de Helena.

Morreu, aos 86 anos, nesta terça-feira (22) o jornalista Alberto Dines, fundador do Observatório da Imprensa, uma entidade sem fins lucrativos, dedicada a avaliar a qualidade do jornalismo brasileiro. Agora é o dead line, afinal.

As entidades responsáveis por danças, grupos folclóricos e brincadeiras vão ter que pedir autorizações judiciais para poder ter a participação de crianças e adolescentes nas apresentações nos arraiais de festejos juninos de São Luís. A partir de segunda-feira (21) até o dia 04 de junho, os grupos dever fazer um requerimento e entregar na Divisão de Proteção Integral (DPI) da 1ª Vara da Infância e da Juventude, que funciona no Fórum Des. Sarney Costa (Calhau), de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

A juíza Lícia Cristina de Oliveira, respondendo pela 1ª Vara da Infância da Juventude, publicou duas portarias disciplinando a participação de crianças e adolescentes nos eventos de São João e determinado prazo para a solicitação do alvará judicial, que termina no dia 1º de junho, porém será prorrogado até o dia 4 de junho em razão de ponto facultativo no Poder Judiciário.

De acordo com a magistrada, o período junino tem potenciais situações de risco para crianças e adolescentes, sendo necessário estabelecer normas específicas com relação à entrada e permanência desse público nos locais que ocorrem as festas, além da participação em grupos folclóricos e danças juninas.

Conforme a determinação da juíza, as crianças e os adolescentes presentes nos festejos deverão obrigatoriamente portar documento de identidade ou certidão de nascimento (original ou cópia autenticada). Os pais, responsáveis legais ou acompanhantes também deverão estar com seus documentos de identidade, bem como os tutores, curadores e guardiões terão que exibir o original ou cópia autenticada dos respectivos termos de tutela, curatela ou guarda, os quais serão apresentados aos Comissários de Justiça quando solicitados, para fins de averiguação da regularidade do acompanhamento.

Segundo a portaria, acompanhante é a pessoa maior de 18 anos de idade que porte autorização por escrito, assinada pelo responsável legal do menor, e que junto com a autorização esteja anexada cópia do documento de identidade de quem está autorizando.

Exigência de Alvará

A participação de crianças e adolescentes nos grupos folclóricos de bumba-meu-boi, quadrilhas juninas, dança do cacuriá, danças portuguesas e congêneres que se apresentarem nos arraiais e demais eventos juninos obedecerá critérios estabelecidos na portaria publicada pela 1ª Vara da Infância e da Juventude. Conforme o documento, é expressamente proibida a participação de crianças menores de 6 anos de idade após a meia-noite; e, mesmo nesse horário, devem estar acompanhadas de perto por seus pais ou responsáveis legais.

Já a participação de crianças entre 6 e 12 anos incompletos, independente se acompanhadas ou não, dependerá de alvará judicial, que deverá ser requerido por cada grupo ou brincadeira, no prazo estabelecido na Portaria-TJ 33142018. No momento da apresentação das brincadeiras juninas, os responsáveis pelos eventos, grupos folclóricos danças ou congêneres, deverão ter em mãos, obrigatoriamente, o alvará.

Quanto à participação de adolescentes maiores de 12 anos em apresentações juninas, é exigida apenas a autorização expressa e escrita dos pais ou responsáveis legais. As brincadeiras devem ter a relação nominal dos participantes, com as respectivas autorizações, além de cópia da carteira de identidade ou certidão de nascimento do adolescente e de quem autoriza.

Fica dispensada a expedição de alvará para festas juninas infanto-juvenis, com término previsto para a meia-noite, desde que as crianças estejam acompanhadas de seus pais ou responsáveis legais.

Proibições 

As entidades e grupos folclóricos devem obedecer as normas especificadas na portaria. É expressamente proibida, em crianças e adolescentes, a utilização de quaisquer objetos, vestuários ou adereços de fantasias capazes de oferecer riscos à integridade física dos participantes, bem como que atentem contra a sua dignidade ou que ofendam a moral ou o pudor atinente às suas idades. Essas proibições vigorarão ainda que as crianças ou os adolescentes estejam acompanhados de seus pais ou responsáveis legais.

A Divisão de Proteção Integral da 1ª Vara da Infância e da Juventude realizará fiscalização periódica nos locais onde são realizados eventos, festas, ensaios, concentrações e apresentações de grupos ou brincadeiras juninas. Os comissários terão livre acesso a todos os locais necessários ao exercício de suas funções.

O acesso e permanência de crianças e adolescentes em locais que se realizem festas, apresentações e eventos juninos, tais como vias e logradouros públicos, clubes, casas noturnas, bares e outros estabelecimentos similares abertos ao público e/ou onde são comercializadas bebidas alcoólicas, também obedecerá ao disposto na portaria publicada pela Vara da Infância. É proibida a entrada, permanência e participação desses menores acompanhados ou não, em locais de eventos que utilizem músicas que exaltem a violência, o erotismo, a pornografia ou faça apologia a produto que possa causar dependência física ou psíquica.

 

Com informações do TJMA

Domingo de manhã fui surpreendido com uma mensagem no Messenger, do meu ex-professor de trompete. Era apenas um vídeo, ali, naquela caixinha, bem perquenininha, que me perdi no meio dos afazeres do domingo e não assisti. Mas na segunda-feira, já ligando todos os acessos aos canais de informação, novamente me deparei com o videozinho e resolvi assistir.

E ri, alta e sonoramente assistindo ao alto do Bumba Meu Boi com o sotaque anglófilo dos irlandeses. Isso mesmo! Uma turma de estudantes fazendo um trechinho (ao seu modo) do boi maranhense, com direito a Catirina, Pai Francisco e vaqueirada, seguida do melodioso trompete executando uma de nossas toadas.

Não tive dúvidas e compartilhei. Depois fui a procura do querido professor Francisco Padilha, pra saber de que forma, tinha a mão dele ali.

– Adorei a Catirina com sotaque irlandês. Andaste dando algum workshop pelo Reino Unido? –

– Cara, foi uma experiência e tanto. Gostoso era ouvi-los cantar- cômo é bônito...

E então, Padilha (ou Tom Sales) meu professor de trompete, professor da UFMA e ex-secretário de Cultura do Maranhão, me contou que havia passado sido professor visitante durante um semestre na Queen’s university of Belfast. “Trabalhei ensinando cultura brasileira. Fizemos uma apresentação de Boi de Orquestra, mas trabalhamos também com o samba e o baião. Foi uma experiência fantástica!”.

E a partir daí renovamos o papo, falando de arte, cultura e... política! “Esta pantera”.

Tom Sales está de volta ao Brasil, ao Maranhão, onde queria mesmo era “reativar as escolas de musicas que implantei quando secretário e que estavam fechadas”. Mas enquanto isso não ocorre, Padilha segue “Fazendo o que gosto, ensinando Trompete a alunos de São Bento”.

E seguimos num papo meio melancólico, de quem, como Riobaldo, não sabe de nada, mas desconfia de muita coisa.

 

Mais legal é o tanto que o Boi toca a alma dos maranhenses ou de quem vive ou vieu no Maranhão. Nos comentários do videozinho que compartilhei, os amigos disseram, entre outras coisas:

"Melhor que muitos "boizinhos caça-níqueis", se é que me entendem". (Fernando Abreu – poeta e jornalista).

"Muito bom!! E é um boi com batalhão de coureiras!!!". (Alexandra de Nicola, jornalista, paulista que viveu alguns anos no Maranhão).

"Perfeitamente". (Joãozinho Ribeiro – compositor, ex-secretário de Cultura do Maranhão).

Vejam o vídeo:

Programa avesso desta terça-feira (15) faz uma homenagem ao ex-governador Epitácio Cafeteira, falecido no último domingo (13) e convida para uma conversa o deputado estadual Rogério Cafeteira, sobrinho do ex-governador.

Numa conversa emocionante com Américo Azevedo Neto, a entrevista relembra as múltiplas facetas de Cafeteira, os mitos, as vitórias e as opiniões de um dos mais carismáticos governadores do estado.

 O Avesso começa às dez e meia da noite.

A eleição para a nova mesa diretora da Câmara Municipal de São Luís desta quarta-feira (9), com chapa única, tinha tudo para ser uma reunião óbvia e rápida, mas apresentou uma surpresa, fato, talvez pra uns, inusitado quando o vereador Aldir Júnior (PR) pegou o microfone e despejou uma denúncia grave sobre a instituição legislativa.

Segundo Aldir, que antes de qualquer coisa, declarou voto em Osmar Filho (PDT), de dedo em riste e no tom dos revoltados denunciou a existência de espécie de manobra ou jogo na Câmara de vereadores. Segundo o parlamentar mais jovem da legislatura, “Existem mais ou menos R$ 3 milhões de reais que ficam flutuando aqui nesta casa, e uma hora ou outra isso iria estourar. Aqui dentro desta casa não pode mais existir manobra para dar R$ 10 mil, 20, 40, 50, R$ 60 mil reais para um vereador. Todo mundo tem que ter gabinete igual, todo mundo”.

Na sequência do discurso, que pediu para não ser interrompido, Aldir Júnior afirmou que “Não quero ser mártir não... até por que muitos aqui vão me chamar de doido, louco desvairado, mas eu não tenho coragem de mentir pra mim mesmo”. Sem explicar muito do que se tratava, o vereador acrescentou que no legislativo ludovicense “A corrupção paira aqui dentro” e que “Isso aqui é uma bomba”. Em seguida pediu que o novo presidente eleito, Osmar Filho combata o que ele denunciava.

Só quando Aldir Júnior terminou, o atual presidente Astro de Ogum respondeu dizendo que todas as ações da câmara são acompanhadas pelos ‘difusos e coletivos’, pela promotoria pública (sic) e pelo portal da transparência da casa.

“Não existe câmara no Brasil, no Maranhão inteiro que as contas não vá para o tribunal”, disse Astro de Ogum e encerrou a questão afirmando que “Até parece que o vereador (Aldir Filho) é santo e caiu do céu por descuido. Tá parecendo isso, quando ele acusa a Casa de uma forma muito séria... Sinceramente, a zanga do vereador é porque ele queria ser o segundo secretário da Casa e não foi possível”.

Em tempo

Foram eleitos para o comando da casa no biênio 2019-2020 os vereadores: Osmar Filho (PDT), presidente e Astro de Ogum (PP), 1° vice-presidente; Nato Júnior, 2° vice; Josué Pinheiro, 3° vice; Chico Carvalho 1° secretário; Chaguinhas, 2° secretário; Beto Castro, 3° secretário; Concita Pinto, 4° secretário e Afonso Manoel como 5° secretário.

Foram 29 votos na chapa única. O vereador Estevão Aragão (PSB) votou em contrário e o vereador Honorato Fernandes (PT) está em São Paulo, para participar de evento da Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), portanto não votou.

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