Polícia Civil prende três pessoas por venda ilegal de combustível


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Ações da Polícia Civil envolvendo cerca de 150 policiais culminou na busca e apreensão em 30 residências e no cumprimento de prisão de três pessoas. A Operação idealizada como “Locação 10”, aconteceu na manhã desta quinta-feira (12), no município de Arari e Vitória do Mearim. A ação policial teve a finalidade de cumprir os mandados de buscas e apreensões e prisões, pela receptação e venda clandestina de combustíveis na região.

A Operação “Locação 10” iniciou-se ainda pela madrugada, com cerca de 150 policiais civis, onde partiram da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), em São Luís, com destino aos municípios almejados.

“A operação Locação 10, com a finalidade de cumprir mandados de Buscas e Apreensão em pontos suspeitos de receptação e venda clandestina de combustível, nas cidades de Arari e Vitória do Mearim. Esta operação é a continuação de outra já realizada no ano passado, com o mesmo objetivo de dificultar essa ação criminosa na região”, considerou o delegado Augusto Barros, coordenador do departamento de combate ao roubo e cargas.

O Objetivo da operação consistiu em uma ampla ação fiscalizadora na região alvo, constando substancial diminuição nos pontos de vendas e estocagem clandestina de combustível em relação às ações anteriores, o que demonstra o efeito pedagógico deste tipo de trabalho. Como resultado, culminou com a atuação em flagrante de Élson Carlos Rocha Sousa e Joelson da Silva, conhecido como “Jobin” e ainda de Giovane Sebastião da Silva.

Ainda na ação, foram apreendidos 2.000 litros de combustível, 06 mangueiras, 02 espingardas e um veículo Fiat/Toro

A operação teve ainda, como principal objetivo, inibir as ações dos infratores, os quais insistiam novamente, pela receptação e venda clandestina de combustíveis na região de Arari e Vitória do Mearim. Após a operação, os combustíveis furtados foram encaminhados para a Delegacia Regional da região, no sentido de serem periciados. Os suspeitos irão responder na Justiça, pelo material apreendido, por não ter sido confirmado a sua origem de compra.