domingo, 17 novembro, 2019
Início Maranhão Recuperação da Casa das Tulhas ainda não saiu do papel

Recuperação da Casa das Tulhas ainda não saiu do papel

Um quarteirão que resguarda a história e cultura. Essa pode ser uma definição breve do Mercado do Centro ou também conhecido como Casa das Tulhas e Feira da Praia Grande. Mas a falta de manutenção tem deixado marcas que mais parecem abandono mesmo com a movimentação dos consumidores e feirantes que ainda resistem em uma estrutura precária. Em alguns pontos, o telhado não protege mais do sol ou da chuva.

Quem escolhe a capital maranhense para visitar reconhece a beleza deste lugar e as necessidades de melhorias também.

“A gente percebe que não houve mudanças e que reforma aqui não teve praticamente nenhuma. Então você percebe que tá precisando de reforma no telhado, nas paredes, eu acho que o piso também.. Enfim, uma reforma geral”, reclama Heldenir Almeida.

Para compensar, os vendedores investem no bom atendimento para suprir a carência por uma estrutura mais confortável para os clientes.

“Tá precisando de uma boa reforma a feira, porque tem uns locais que tem buracos, os pilares estão rachando. Está precisando de uma melhoria”, enfatiza Maicon Alves, que trabalha na feira.

A esperança por dias melhores está no Projeto PAC Cidades Históricas, do Governo Federal, que beneficia regiões pelo Brasil, com obras de valorização e preservação. A Casa das Yulhas está nesta lista. O problema ainda é o orçamento para a obras.

“O projeto está em execução, está na fase final de execução do projeto. É um projeto que tá dando um recurso elevado. Nós estamos tentando fazer outras opções de projeto para que a gente possa chegar a um valor menor porque a obra estava chegando a quase R$ 40 milhões”, explica Maurício Itapary, superintendente do IPHAN.

Além disso, o Projeto, em parceria com a Prefeitura de São Luís e Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), também prevê a reforma do entorno do mercado, pois no período chuvoso, toda a área fica alagada porque não tem para onde a água escoar.

Enquanto a estrutura deixa a desejar, a variedade dos produtos típicos, aguardentes, doces de espécie e o artesanato ainda são os atraentes para os consumidores.

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