domingo, 23 de junho de 2024

Academia Maranhense de Letras elege Flávio Dino a cadeira no 32

O candidato Flávio Dino foi eleito no final da tarde desta quinta-feira para a Academia Maranhense de Letras (AML) e vai ocupar a cadeira no 32, em substituição ao intelectual Sálvio Dino, seu pai, que faleceu em agosto de 2020 vítima de Covid-19. Dino disputou a vaga com outros quatro candidatos – Antônio Guimarães de Oliveira, José Rossini Corrêa, José Carlos Sanches e Azenate de Oliveira – e obteve 25 votos dos 35 válidos.  

Graduado em Direito pela Universidade Federal do Maranhão, Flávio Dino tem mestrado em Direito Constitucional pela Universidade Federal de Pernambuco e é professor licenciado do curso de Direito da UFMA e da Universidade de Brasília. Ele foi juiz federal por 12 anos, presidiu a Associação Nacional de Juízes Federais e foi secretário-geral do Conselho Nacional de Justiça.  
 
Flávio Dino foi presidente da Empresa Brasileira de Turismo, exerceu o mandato de deputado federal e atualmente conclui o segundo mandato como governador do Maranhão. Tem artigos publicados em periódicos regionais e nacionais, como Jornal Pequeno, O Imparcial, O Estado do Maranhão, Folha de S.Paulo, O Globo, Valor Econômico, Estado de São Paulo, Jornal do Brasil e Correio Braziliense.  

No plano acadêmico, Flávio Dino tem trabalhos incorporados à Revista de Direito Administrativo, editada pela Fundação Getúlio Vargas, e à Revista do Conselho da Justiça Federal. Tem proferido palestras em eventos promovidos por instituições acadêmicas do Brasil e de outros países, como a Universidade de Harvard, London School of Economics, Instituto de Estudos Políticos de Paris, Fundação Getúlio Vargas, Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Universidade Federal do Rio de Janeiro, dentre outras.
               
Flávio Dino publicou os livros “Medidas provisórias no Brasil; origem, evolução e Novo Regime Constitucional”; “O poder, o controle social e o orçamento público”; “Reforma do Judiciário: Comentários à Emenda nº 45”; e “Autogoverno e Controle do Judiciário no Brasil: a proposta de criação do Conselho Nacional de Justiça”; além de participar como coautor de várias outras publicações e periódicos acadêmicos.

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