sexta-feira, 12 de abril de 2024

Carlos Lula: ‘hoje seria possível ter carnaval no MA, mas não dá para falar do que será em fevereiro’

Foto: Reprodução

Secretário de Saúde do Maranhão e presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), Carlos Lula reforçou a incerteza acerca da realização de festas de carnaval no ano que vem. Em contato com o Portal Guará, afirmou que não dá para decidir agora, uma vez que é impossível prever o cenário da pandemia daqui a três meses.

Questionado sobre o cenário do Maranhão, Carlos Lula respondeu: “não dá pra prever o que será em 3 meses. Não dá tempo de planejar. Hoje, seria possível ter carnaval. Não dá para falar do que será em fevereiro”.

Embora o cenário seja de incerteza, a realização ou não do carvanal, até o momento, está a cargo das prefeituras. Uma possível ação do Governo do Estado “será avaliada mais para frente”, segundo o secretário.

Em nota divulgada na quinta-feira (25) pela CONASS, o conselho recomenda “que os gestores da saúde tomem decisões baseadas na situação epidemiológica e no avanço da vacinação em seus territórios, mas que também continuem observando a situação nacional e internacional, sempre baseado nas últimas evidências científicas”.

Confira a nota na íntegra:

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) reitera que o atual estágio da pandemia exige prudência e cautela. Neste sentido, recomendamos que os gestores da saúde tomem decisões baseadas na situação epidemiológica e no avanço da vacinação em seus territórios, mas que também continuem observando a situação nacional e internacional, sempre baseado nas últimas evidências científicas.

A pandemia mostrou até o momento que não pode simplesmente ser desconsiderada. Festas envolvendo multidões, onde é natural que pessoas se descuidem mais das medidas de prevenção, demandam planejamento de meses de antecedência, a exigir uma antecipação do quadro sanitário que é impossível traçar.

Ainda que o cenário brasileiro tenha melhorado consideravelmente, o Conass sente-se no dever de apelar a todos os gestores do Sistema Único de Saúde para a necessidade do constante monitoramento dos dados epidemiológicos e reavaliação das decisões sanitárias para conter novas ondas de contaminação.

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