sábado, 24 de fevereiro de 2024

Confira 6 motivos para evitar o uso de cigarros

O dia 29 de agosto é o Dia Contra Fumo. Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil diminuiu em 33% o número de fumantes durante a última década. É um avanço, mas ainda não o suficiente. No entanto, 10,4% dos habitantes das grandes cidades são adeptos do tabagismo, um hábito associado a mais de 50 doenças e considerado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como a principal causa evitável de morte no mundo.

Os problemas causados pelo uso de cigarros atingem também as pessoas próximas. Conheça 6 motivos para não fazer uso do cigarro:

Câncer

O tabagismo é causa primária de 30% de todos os câncer e responde por 22% das mortes causadas pela doença. Os tipos de câncer mais comuns entre os fumantes são pulmão, cabeça e pescoço, bexiga, rim, esôfago, pâncreas, cólon e reto e esôfago. Cerca de 20% dos fumantes desenvolvem câncer de pulmão, doença que tem alta letalidade e decorre do tabagismo em 90% dos casos.

Diminui a expectativa de vida

Cada cigarro consumido subtrai 11 minutos da vida do fumante, segundo estudo publicado em 2010 no British Medical Journal.

Gera despesas evitáveis

O Brasil despende anualmente R$ 23 bilhões para tratar doenças e problemas de saúde associados ao cigarro, segundo estudo da ACT.

Faz mal até para quem não fuma

O fumo passivo aumenta em 25% os ricos de doenças cardíacas e eleva também o risco de desenvolver câncer, complicações respiratórias e outros problemas. Sintomas de curto prazo, como irritação nos olhos, tosse, coriza e náuseas também se manifestam. Todos esses problemas acarretam gastos para os pacientes e para o sistema de saúde.

Compromete a produtividade

No Brasil, a perda de produtividade associada ao tabagismo teve um custo de R$ 100 milhões por mil fumantes, como informa o Tobacco Atlas, publicação da World Lung Foundation  (WLF), da American Cancer Society (ACS) e da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Agride o meio ambiente

As pontas de cigarro são o resíduo mais descartado no mundo, segundo o Tobacco Atlas. Estima-se que 767 milhões de quilos delas tornem-se lixo tóxico. Quando descartadas incorretamente, levam até cinco anos pare se decompor. Por conter substâncias nocivas, podem prejudicar o solo, poluir rios e córregos e levar ao entupimento dos bueiros, dentre outros malefícios.

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