sexta-feira, 27 de maio de 2022

G10 Editora

Projeto analisa Narrativas Ancestrais nas principais plataformas de redes sociais

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Com o objetivo de mapear as ondas narrativas sobre pautas indígenas, e relativas aos povos tradicionais, sob uma perspectiva multiplataforma das redes sociais digitais, a Diretoria de Análises de Políticas Públicas (FGV DAPP) desenvolveu um relatório para o Projeto Narrativas Ancestrais.

Foram coletadas mais de 9 milhões de postagens, nas redes sociais, do debate sobre indígenas, quilombolas e populações ribeirinhas no Twitter, Instagram, Facebook e YouTube conjuntamente.

Os resultados apontam para a grande atuação de perfis indígenas e a presença coadjuvante de perfis usualmente engajados no debate ambiental, como jornalistas e organizações ativistas. Outra observação feita foi que o debate sobre populações tradicionais (quilombolas e ribeirinhos) ocorre de modo muito próximo ao debate sobre indígenas, com diversos perfis compartilhados e proximidade temática em diferentes momentos no período analisado.

O documento trata-se de um levantamento e diagnóstico parcial baseado em apenas uma das plataformas que serão analisadas, contribuindo para o entendimento de uma parte das estratégias e temas que mobilizaram e foram mobilizados no debate sobre indígenas e populações tradicionais em ambientes digitais.

O QUE FOI ENCONTRADO NAS PRINCIPAIS REDES:

O Facebook é destaque onde as organizações tiveram maior influência no debate. O Instagram teve a questão indígena como principal foco e predominaram postagens feitas por celebridades. O Twitter ficou marcado no relatório como o que tem a maior variedade de atores e pela presença de ativistas ambientais e indígenas. O YouTube foi a rede que menos apresentou resultados.

Outro ponto verificado foi a presença das mulheres indígenas no Facebook, Instagram e Twitter, sendo referências fundamentais no debate e se posicionando com maior alcance do que as lideranças indígenas masculinas.

O relatório completo você vê clicando aqui.

Com informações de: observademocraciadigital.org

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