segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Estudantes organizam protesto na UFMA contra professor acusado de assédio

Protesto de mulheres por mais segurança no campus da Unicamp. Ilustrativa. (Foto: Luciano Claudino/Código19)

Alunas da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) marcaram para segunda-feira (18) o 1º Ato UFMA SEM ASSÉDIO, após repercussão do caso Jadir Lessa, revelado pelo Portal Guará. O protesto acontecerá a partor das 15h30, na entrada da UFMA, no Bacanga.

“Nosso movimento se inicia como um pedido de socorro e acolhimento: chega de silêncio!”, divulgou uma das organizadoras, Victória Aquino, estudante de psciologia da universidade.

As principais reivindicações são a exoneração do professor Jadir Lessa; a divulgação do canal de denúncia contra assédio; e o incentivo às denúncias de assédio, tanto moral quanto sexual; a criação uma comissão de combate ao assédio sexual na Universidade; a transparência da Universidade frente aos processos administrativos; e o apoio da comunidade acadêmica.

Entenda o caso

No dia 7 de abril, Portal Guará revelou uma relato feito por duas das vítimas do suposto assédio sexual cometido pelo professor Jadir Lessa, do Departamento de Psicologia da UFMA. Em uma sala da universidade, ele teria desafiado uma estudante a mostrar e tocar em seu corpo, sob a justificativa de ser aprovada na monitoria.

De acordo com o relato de uma das vítimas, o professor teria utilizado teorias psicológicas durante três meses para assediá-la sexualmente. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Defesa Institucional (DELINST), da Polícia Federal, e Jadir Lessa cumpre um afastamento de 180 dias da universidade.

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