segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

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Resenha do filme Os Eternos

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Os Eternos é simplesmente uma das melhores criações do Universo Marvel, trazendo uma história nova, cheia de curiosidades novas e sem ligação nenhuma com os Vingadores, então quem não assistiu aos filmes anteriores Marvel não terá dificuldades para entender.

Os Eternos são criaturas imortais e de poderes imensuráveis criadas pelos Celestiais, presentes desde o início dos tempos nos planetas e com a função de proteger a vida inteligente dos Deviantes. Ao todo, dez personagens nos acompanham através do longa, sendo eles: Sersi (Gemma Chan), Ikaris (Richard Madden), Thena (Angelina Jolie), Kingo (Kumail Nanjiani), Makkari (Lauren Ridloff), Phastos (Brian Tyree Henry), Ajak (Salma Hayek), Sprite (Lia Mchugh), Gilgamesh (Don Lee) e Druig (Barry Keoghan). O filme é dividido em 2 horas e 37 minutos de duração, mas passa tão rápido que quase imperceptível.

O longa é estrelado por atores muito conhecidos e outros desconhecidos e uma das partes mais legais de assistir é ver como Chloe Zháo soube passear pelo anonimato de uns e super fama de outros. Eternos não é sobre heróis que lutam contra vilões e nem sobre expandir um universo cinematográfico, mas sim uma história bem contada sobre seres que, assim como os humanos, evoluem, se compadecem, são enganados e possuem o direito de se redimir e exercerem seu livre arbítrio.

Mesmo com a ausência de cenas empolgantes durante a trama, os poucos embates são pontuais e muito bem executados, explicativos, construídos, e como já estamos acostumados há 13 anos com cenas de pancadaria, destruição e violência ao extremo, os combates simplistas e muito bem coreografados não soa bem para muitos “marvetes”.

Outro ponto de imenso destaque e que vale a pena ser mencionado é a representatividade do filme, a produção apresenta um integrante gay e negro (com direito a um beijo em tela) e uma heroína surda, que representa todas as pessoas com alguma limitação, um indiano, um asiático, tudo no mesmo filme.

A mensagem passada aos telespectadores é que é possível ter esperança na humanidade, na sua evolução e em seu potencial de se unir e se proteger. Mesmo com a narrativa de que eles estão presentes há milhares de anos na Terra, acompanhando a evolução humana, presenciando conflitos, genocídios, guerras, perdas, amor, construções de famílias e todas as emoções que a humanidade é capaz de sentir sem poder interferir, que é o ponto de maior indignação e questionamento dos fãs, o porque da não interferência. O filme é auto explicativo e isso de uma maneira bem didática.

Vê-lo nos cinemas depois de passar por períodos tão longe das telonas é certamente uma sensação indescritível para todos os fãs da Marvel.

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